| O
mistério e a Criação Como
diz T.S.Eliot num de seus poemas, “Para nós há somente
tentativa. O resto não é de nossa conta.” Desde a
minha estréia com O Visitante, até a publicação,
agora, de A Rainha dos Cárceres da Grécia, venho dando o
melhor de mim mesmo à literatura, procurando realizar uma obra
tão alta quanto permitam as minhas forças. Isto é
o que posso fazer e o que tenho feito. Só posso ter certeza, portanto,
de que a minha é uma contribuição séria. Quanto
á sua importância, dentro do romance brasileiro, não
me compete julgar. Mais: a qualidade da obra “não é
da nossa conta”. Só podemos fazê-la bem : mas fazê-la
bem não decorre de uma intenção, de um ato da nossa
vontade. |